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Quando fico muito zangada com qualquer coisa que me aconteceu ou uma atitude que me magoou, costumo ir para o jardim e falar bem alto sobre o assunto: estou cheia de raiva porque ... a tua atitude estragou tudo..., sei lá, digo o que me vem à cabeça até ficar aliviada.
Há pessoas que dão socos em almofadas para aliviar a tensão provocada por qualquer grande contrariedade.
Depois de passada a raiva é bom perdoar. Perdoar é uma atitude de libertação para connosco próprios.
Perdoar é um gesto nobre. Não é esquecer a ofensa ou o abandono. Não é desculpar o outro. Não é negar as suas emoções e os seus sentimentos. Não é trair. Não é necessariamente obrigatório fazer as pazes.
Perdoar é libertar-se do desejo de vingança ou de ressentimento. É reconhecer a alegria dos perdões que nós próprios já recebemos. Perdoar-se e perdoar o outro é dar a oportunidade de crescer. É dar vida. É dar amor.

1 comentários:

Liliana Anselmo disse...

Todos os anos, eu trabalho com muitas pessoas de quase todas classes sociais, e oriundas dos mais variados países.Cheguei à conclusão de que a maior parte dessas pessoas são simpáticas, carinhosas e prontas a perdoar.Se cometer um erro e sinceramente pedir desculpa, não só a maioria das pessoas perdoarão como também esquecerão. Graciosamente, farão esta oferta a toda a gente, menos a uma pessoa. Quem? Acertou. A elas próprias. Será que não merecemos a mesma gentileza que mostramos para com as outras pessoas, a de nos perdoarmos a nós próprios?
Claro, nós cometemos erros. Isto só significa que somos humanos. Temos de olhar para esses erros, aprender com eles, perdoar, esquecer e continuar para a frente. Não podemos continuar pela vida fora com um saco cheio de culpas às nossas costas. Portanto, PERDOE,ESQUEÇA, CONTINUE EM FRENTE, e, sobretudo, perdoe a si próprio!

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